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Dermatologia Infantil e Doenças da Pele em Campo Grande/MS

Cuidar da pele de uma criança também é cuidar do seu conforto, da sua saúde e do seu desenvolvimento.

A pele dos bebês, das crianças e dos adolescentes possui características próprias. Por isso, cada alteração precisa ser observada com atenção, conhecimento e um olhar individualizado.

Dra. Gabriela JunqueiraDermatologista · Dermatologia Infantil e Doenças da Pele
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Dra. Gabriela Junqueira, médica dermatologista com atuação em dermatologia infantil em Campo Grande/MS.

A pele da criança fala. Às vezes por meio de uma coceira, uma mancha, uma ferida ou uma irritação que insiste em voltar.

Nem toda alteração na pele é grave, mas toda criança merece ser examinada com calma. O acompanhamento dermatológico permite identificar o diagnóstico correto, orientar os cuidados da família e evitar tratamentos inadequados ou prolongados sem necessidade.

Retrato profissional da Dra. Gabriela Junqueira, dermatologista em Campo Grande/MS.

Sobre a Dra. Gabriela

Conhecimento médico com um olhar cuidadoso para a infância.

A Dra. Gabriela Junqueira é médica dermatologista, com atuação voltada ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças da pele, dos cabelos e das unhas. Dedica atenção especial aos bebês, crianças e adolescentes, respeitando as particularidades de cada fase do desenvolvimento, e atende também adultos em dermatologia clínica.

Seu propósito é oferecer às famílias uma avaliação segura, explicações claras e um plano de cuidado individualizado. Cada consulta é conduzida com tranquilidade, escuta e atenção não apenas à doença, mas também ao impacto que ela pode causar na rotina, no sono, na autoestima e na qualidade de vida da criança.

Formação e atuação

  • Graduação em Medicina — Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (Unoeste)
  • Residência em Dermatologia — Universidade de Santo Amaro (Unisa), São Paulo
  • Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia
  • Atua também no ensino, acompanhando e orientando alunos da UEMS em sua rotina clínica
  • CRM-MS 11853 · RQE 7107
“Cada criança possui uma pele, uma história e uma forma particular de demonstrar desconforto.”
Uma dermatologia baseada em escuta, cuidado e individualização.

Sinais de atenção

Quando procurar uma dermatologista infantil?

Algumas manifestações são passageiras. Outras precisam de avaliação para que o tratamento seja iniciado de maneira correta e segura.

Coceira frequente

Coceira intensa ou que atrapalha o sono e a rotina.

Manchas que mudam

Manchas que aumentam ou mudam de aparência.

Feridas que não cicatrizam

Lesões que persistem além do esperado.

Irritações recorrentes

Quadros que melhoram e voltam com frequência.

Queda de cabelo

Falhas no couro cabeludo ou queda incomum.

Alterações nas unhas

Mudanças na cor, forma ou crescimento das unhas.

Pintas e sinais

Sinais que geram preocupação na família.

Lesões contagiosas

Molusco, verrugas e outras lesões que se espalham.

Dermatites persistentes

Dermatites que não melhoram com os cuidados.

Impacto na rotina

Problemas de pele que interferem no sono ou no dia a dia.

Em caso de dúvida, uma avaliação presencial ajuda a diferenciar alterações simples de condições que necessitam de acompanhamento.

Principais condições acompanhadas

Condições da pele, dos cabelos e das unhas na infância

Dermatite atópica

Coceira, ressecamento e inflamação podem prejudicar o sono e o bem-estar da criança. O acompanhamento ajuda a controlar as crises e recuperar a barreira de proteção da pele.

Dermatite de fralda

A assadura pode surgir pelo contato com umidade, fezes, urina e atrito. Casos persistentes podem precisar de avaliação para investigar infecções ou outras dermatites.

Molusco contagioso

Pequenas lesões virais comuns na infância. A necessidade e o tipo de tratamento dependem da quantidade, da localização e dos sintomas.

Verrugas

Causadas por vírus, podem surgir nas mãos, nos pés, no rosto ou em outras regiões. O tratamento deve ser escolhido conforme a idade e a localização.

Hemangiomas

Alguns podem apenas ser acompanhados. Outros precisam de intervenção precoce, especialmente quando estão próximos aos olhos, nariz, boca ou áreas de risco.

Alopecia areata infantil

Pode causar falhas arredondadas no cabelo, geralmente de início repentino. O diagnóstico precoce permite orientar a família e iniciar o acompanhamento adequado.

Acne na adolescência

O tratamento precoce ajuda a controlar a inflamação, prevenir cicatrizes e reduzir o impacto emocional durante a adolescência.

Micoses

Infecções por fungos podem atingir a pele, o couro cabeludo e as unhas. O diagnóstico correto evita o uso desnecessário de medicamentos.

Pintas e sinais

A maioria dos sinais é benigna, mas algumas alterações precisam de avaliação e acompanhamento dermatoscópico.

Cabelos e unhas

Queda de cabelo, alterações no crescimento e mudanças nas unhas podem ter diferentes causas e precisam ser investigadas de maneira individualizada.

Esta relação é apenas informativa e não substitui uma avaliação médica.

Como é a consulta

Uma consulta tranquila para a criança e esclarecedora para a família.

I

Escuta

Compreensão da história da criança, dos sintomas, da rotina, dos tratamentos já realizados e das dúvidas da família.

II

Avaliação

Exame cuidadoso da pele, dos cabelos, das unhas e das regiões relacionadas à queixa.

III

Explicação

Orientações em linguagem clara sobre o diagnóstico, os fatores que podem agravar o quadro e os cuidados necessários.

IV

Acompanhamento

Definição de um tratamento individualizado, com retorno e ajustes conforme a evolução.

O atendimento respeita o tempo de adaptação da criança. Sempre que possível, o exame é conduzido de maneira leve, sem pressa e com a participação dos pais ou responsáveis.

Cuidados em cada fase

Cada idade, um cuidado

0 a 2 anos

Bebês

A pele do bebê é mais fina, sensível e suscetível a irritações. Assaduras, dermatites, manchas e lesões de nascimento estão entre os motivos frequentes de avaliação.

2 a 11 anos

Crianças

Durante a infância, alergias, coceiras, infecções, micoses, moluscos, verrugas e alterações no couro cabeludo podem aparecer.

12 a 18 anos

Adolescentes

Acne, oleosidade, queda de cabelo, alterações nas unhas e questões relacionadas à autoestima merecem acompanhamento cuidadoso.

Filosofia de cuidado

Segurança

Toda orientação deve considerar a idade, o peso, as características da pele e o histórico da criança.

Individualização

Crianças com diagnósticos semelhantes podem precisar de estratégias de tratamento diferentes.

Orientação à família

Entender a doença e saber como cuidar da pele em casa faz parte do tratamento.

Também para adultos

Doenças da pele, dos cabelos e das unhas em adultos.

Além da dermatologia infantil, a Dra. Gabriela atende adultos em dermatologia clínica — com a mesma abordagem de escuta, diagnóstico cuidadoso e tratamento individualizado.

Dermatologia clínica

Diagnóstico e tratamento das doenças da pele no adulto.

  • Acne
  • Melasma e manchas
  • Micoses
  • Psoríase
  • Alergias e dermatites
  • Doenças das unhas

Câncer de pele e dermatoscopia

Avaliação de pintas e sinais com exame dermatoscópico, que permite observar estruturas não visíveis a olho nu. Indicado para acompanhamento de lesões e para quem tem muitas pintas ou histórico familiar.

  • Avaliação de pintas
  • Mapeamento corporal
  • Lesões que mudaram

Cabelos e couro cabeludo

Investigação da queda de cabelo e das doenças do couro cabeludo, com avaliação tricoscópica para identificar a causa antes de tratar.

  • Queda de cabelo
  • Alopecia
  • Caspa e dermatite seborreica
  • Tricoscopia

A avaliação define o diagnóstico e o tratamento adequado a cada caso. Esta relação é informativa e não substitui uma consulta.

Dúvidas frequentes

Perguntas comuns das famílias

O que faz um dermatologista infantil?
O dermatologista infantil avalia, diagnostica e trata as doenças da pele, dos cabelos e das unhas em bebês, crianças e adolescentes. A pele infantil tem características próprias, e tanto o diagnóstico quanto a escolha do tratamento consideram a idade e a fase de desenvolvimento da criança.
Qual é a diferença entre o pediatra e o dermatologista infantil?
O pediatra acompanha a saúde geral da criança e frequentemente é o primeiro a identificar uma alteração na pele. O dermatologista infantil é o especialista em pele, cabelos e unhas, e costuma ser procurado quando o quadro é persistente, recorrente, de diagnóstico incerto ou quando exige um tratamento dermatológico específico. As duas especialidades se complementam.
A partir de que idade um bebê pode ser avaliado?
Não há idade mínima. Bebês podem ser avaliados desde os primeiros dias de vida. Manchas de nascimento, lesões vasculares, assaduras persistentes e dermatites são motivos frequentes de avaliação nessa fase.
Quando devo levar meu filho ao dermatologista?
Alguns sinais merecem avaliação: coceira que atrapalha o sono ou a rotina, lesões que não melhoram com os cuidados habituais, quadros que melhoram e voltam com frequência, feridas que não cicatrizam, manchas que mudam de aparência, falhas no couro cabeludo e alterações nas unhas. Não é preciso esperar piorar — uma avaliação precoce facilita o diagnóstico e evita tratamentos inadequados.
Posso usar na criança o mesmo creme que um adulto usa?
Nem sempre. A pele infantil absorve substâncias de forma diferente e alguns medicamentos ou cosméticos não são indicados para determinadas idades. O uso por conta própria pode mascarar o quadro e dificultar o diagnóstico.
A dermatite atópica tem cura?
A dermatite atópica é uma condição crônica, com períodos de melhora e de piora. Não se fala em cura, mas em controle: o tratamento busca reduzir as crises, aliviar a coceira e fortalecer a barreira da pele. Muitas crianças apresentam melhora importante ao longo do crescimento.
A dermatite atópica é contagiosa?
Não. A dermatite atópica não é transmitida de uma pessoa para outra. Ela está relacionada a uma predisposição individual, à barreira da pele e a fatores que podem desencadear as crises.
Assadura que não melhora precisa de avaliação?
Sim. A assadura simples costuma melhorar em poucos dias com os cuidados habituais. Quando persiste, piora, se espalha para além da área da fralda, apresenta feridas, pontos avermelhados ao redor ou descamação, pode haver uma infecção associada ou outra dermatite — e a avaliação ajuda a diferenciar.
Todo molusco contagioso precisa ser removido?
Não necessariamente. O molusco pode desaparecer sozinho ao longo do tempo. A decisão de tratar depende da quantidade de lesões, da localização, dos sintomas, da idade da criança e da presença de dermatite associada. A avaliação individual define a melhor conduta.
Criança com molusco contagioso pode ir à escola e à piscina?
Em geral, sim. A criança não precisa ser afastada da escola. Recomenda-se manter as lesões cobertas quando possível, evitar coçar e não compartilhar toalhas, roupas e objetos pessoais — medidas que reduzem a disseminação para outras áreas do corpo e para outras crianças.
Verrugas em crianças precisam ser tratadas?
Nem sempre. Muitas verrugas desaparecem espontaneamente em crianças. O tratamento é considerado quando há dor, crescimento, disseminação, incômodo estético ou localização que atrapalhe. A técnica é escolhida conforme a idade e o local da lesão. Cortar, arrancar ou usar produtos por conta própria pode piorar o quadro.
Hemangioma infantil desaparece sozinho?
Muitos hemangiomas crescem nos primeiros meses e depois regridem lentamente ao longo dos anos. Ainda assim, a avaliação precoce é importante: alguns casos exigem tratamento, especialmente quando a lesão cresce rapidamente, ulcera ou está próxima aos olhos, ao nariz, à boca ou a outras áreas de risco. Quanto mais cedo a avaliação, maiores as opções de conduta.
Queda de cabelo em criança é normal?
Uma queda discreta pode ocorrer, mas falhas arredondadas, perda rápida, descamação, coceira no couro cabeludo ou áreas com cabelos quebrados merecem avaliação. As causas são diversas — entre elas a alopecia areata e as micoses do couro cabeludo — e o diagnóstico correto orienta o tratamento.
Criança pode usar protetor solar? A partir de que idade?
Em bebês menores de 6 meses, a orientação habitual é priorizar a proteção física — sombra, roupas, chapéu e evitar os horários de sol mais intenso — em vez do uso rotineiro de protetor solar. A partir dos 6 meses, o protetor solar passa a ser recomendado, com produtos adequados à idade. A escolha do produto deve ser individualizada, sobretudo em crianças com dermatite ou pele sensível.
Acne na adolescência precisa de tratamento?
A acne não é apenas uma fase passageira. O tratamento precoce ajuda a controlar a inflamação, prevenir cicatrizes permanentes e reduzir o impacto emocional. A acne não é causada por falta de higiene, e espremer as lesões aumenta o risco de cicatriz.

As informações desta página têm caráter educativo e não substituem consulta, exame clínico ou diagnóstico individualizado.

Contato

Cuidado dermatológico para bebês, crianças e adolescentes.

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